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Quem sou eu
Confraria
domingo, 14 de setembro de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
nº 25
Na cadeira fria. Pés e mãos amarrados. Um elmo de fios na cabeça. Uma coceira na orelha. Chave para baixo. Nada mais de coceira.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Nº 24
Viu a menina deixar a bexiga escapar-lhe das mãos. Foi o balão suicida para grama. Alegoria das mais eloqüentes. Pensou evasivo.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Nº 23
Uma poltrona marrom. Meia xícara de café. Cigarro aceso. Um jornal de ontem. E o rosto imberbe admira a pós-modernidade.
sábado, 3 de maio de 2008
Nº 22
Um homem com as marcas da vida no rosto. Perguntado sobre ela disse. No we're never gonna survive unless we get little crazy.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Nº 21
Na sua prisão não tinha grades. Mas era claustro. Somente saía quando quadradinhos azuis piscavam na tela dando oi.
terça-feira, 18 de março de 2008
Nº 20
Calçou um sapato de cada cor. Era daltônico e não sabia. Muitos na rua observavam o incauto bicolor. Mas o conforto deixa míope.
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